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Secretaria Nacional de
Evangelização - SNE
O QUE PENSAMOS E O QUE FAZEMOS
Trazendo à memória...
Quero
iniciar minha palavra com a DECLARAÇÃO DA 2ª CONSULTA
MISSIONÁRIA DA IGREJA PRESBITERIANA INDEPENDENTE DO BRASIL, realizada
em Londrina/PR, de 29 de janeiro a 02 de fevereiro de 1992, e que resultou
no livro “PAIXÃO MISSIONÁRIA”, editado em 1994
pela SMI, tendo como editor o Rev. Éber Ferreira Silveira Lima:
“Os
participantes da 2ª Consulta Missionária da IPI do Brasil
reconhecemos e declaramos:
a)
que as próprias igrejas locais são agentes da missão
e que missões são programas de avanço da Igreja visando
a execução do mandato missionário, que envolve atingir
o mundo tanto no plano espiritual como social;
b) que, para missionar no Brasil, é preciso levar em conta, também,
as condições de nosso próprio continente, com o qual
temos problemas comuns,cujos desdobramentos nos têm conduzido às
contradições de nossa sociedade;
c) que a base missiológica é a promessa e a vinda do Reino,
já revelado na vida, morte e ressurreição de Cristo
e confirmado pelo Espírito Santo em Pentecostes;
d) que se impõe, urgentemente, aprendermos a fazer uma leitura
missionária da Bíblia, para que evitemos os perigos do doutrinismo,
do individualismo, da espiritualização e do moralismo (grifos
meus), que nos impedem de compreender com clareza a essência viva
do Evangelho de Jesus Cristo.
Sugerimos,
para exame e adoção por parte da Igreja, as seguintes considerações
e propostas:
1 – Quanto à formação de missionários
A missão da Igreja é tarefa de todo o povo de Deus, baseada
na doutrina do sacerdócio universal dos crentes e exercida de acordo
com os dons e ministérios que o Espírito Santo a ele concede.
A formação missionária começa na igreja local
e deve chegar até os seminários teológicos, a fim
de que se faculte o exercício de modelos missionários consoantes
com a própria diversificação de dons, preservando
assim a identidade teológica e missiológica reformada.
2
– Quanto à base missiológica
O Deus que é o Criador, Redentor, Libertador e Senhor da criação
age na história humana com propósito salvífico, de
que faz parte a Igreja como instrumento do Reino, pois ela, chamada e
enviada por Deus, deve ser submissa à própria missão
de Deus.
O ministério de Jesus foi impregnado da ação do Espírito
Santo e pela mesma deve a Igreja ser motivada e capacitada para o cumprimento
da missão, até que Deus reúna em Cristo todas as
coisas.
3
– Quanto à estratégia missionária
Há um vazio na IPI quanto à questão de estratégia
missionária, assunto que toca à Igreja discutir, porque
uma boa estratégia é indispensável para a eficácia
do seu trabalho missionário. Toda estratégia deve ser profundamente
contextualizada, em razão do que, não existem padrões
estabelecidos e definidos.
A consecução desses objetivos deve contar com a produção
de materiais didáticos adequados e com treinamento e reciclagem
de líderes (ordenados e não ordenados) que são fundamentais
para a caminhada da Igreja.
4
– Quanto à mobilização e estrutura missionária
da Igreja
Em sua mobilização missionária, inspirada no modelo
da primeira mobilização feita por Jesus, enviando seus discípulos
a Jerusalém, Judéia e Samaria, é necessário
que a Igreja leve em consideração as diferentes situações
do mundo em que vivemos, desenvolva uma teologia missionária competente,
acompanhe e promova a implantação de seus projetos de secretarias
locais, presbiteriais e sinodais.
5
– Quanto à espiritualidade missionária
A espiritualidade cristã e missionária, gerada pelo Espírito
Santo, é marcada por um fiel ensino da Palavra, por uma amorosa
atitude de oração, por uma transparência em todos
os relacionamentos, sem qualquer tipo de discriminação e
pela manutenção de uma constante atitude de oração,
manifestada no culto individual e comunitário que celebra a presença
de Deus entre nós.
6
– Quanto ao missionário no contexto da legislação
eclesiástica
Deve-se buscar uma reforma da Constituição da IPI do Brasil
para que o missionário não-ordenado, bem como, o evangelista
(homem ou mulher), encontrem abrigo legal para o exercício do seu
ministério.”
13 anos depois
Passados
13 anos, celebramos algumas conquistas, mas temos muito por ser alcançado
ainda:
1.
Hoje temos dois CTMs (Centro de Treinamento de Missionários) –Natal
e Campinas – para capacitar irmãos e irmãs, chamados
para a obra missionária em território brasileiro e ou fora
dele. O CTM de Cuiabá, por decisão da então diretoria
da SMI foi fechado, pois a diretoria sentiu que o CTM já havia
cumprido seu papel naquele lugar e, para conter os gastos elevados que
tínhamos na manutenção de sua estrutura, decidimos
encerrar suas atividades. Quanto ao CTM-Sul, atendendo a um pedido do
Sínodo Meridional, pelos mesmos motivos, a COMEX da Assembléia
Geral, tomou a mesma decisão. Perdemos com essas decisões?
Sim, com toda certeza, pois gostaríamos de mantê-los funcionando,
formando missionários, principalmente para atender às necessidades
da IPIB e das regiões onde eles estavam. No entanto, perderíamos
muito mais se os mantivéssemos, pois, com os recursos que eram
destinados a esses CTMs, a partir dessas medidas, passamos a aplica-los
fortalecendo alguns campos visando sua organização e investimos
em novos projetos, atendendo às necessidades de outras regiões.
Ressaltamos, no entanto, que, a partir da reforma administrativa da IPIB,
os CTM estão vinculados não mais à Secretaria de
Evangelização, sim à Fundação Eduardo
Carlos Pereira.
2.
A Lei Ordinária de 1999 – “DOS MINISTÉRIOS ORDENADOS
E NÃO-ORDENADOS NA IGREJA PRESBITERIANA INDEPENDENTE DO BRASIL”
– Capítulo III – “Do Ministério Missionário”
– regulamenta a situação do missionário não-ordenado
quanto à sua formação e jurisdição,
concedendo-lhe, também, licença para atos pastorais: “Art.
14 - O missionário que não for ministro ordenado deverá
ter curso médio de teologia ou seu equivalente, e deverá
ser membro de uma igreja local, a qual exercerá sobre ele o poder
de jurisdição. Parágrafo Único: O missionário
não ordenado só terá direito de admissão à
ordem pastoral nos termos estabelecidos pela Igreja. Art. 15 – Em
casos muito especiais, e a critério do seu Presbitério,
o missionário poderá obter licença temporária,
para celebrar os atos pastorais, excluindo-se assumir à presidência
de Conselho da Igreja local”.
3. Estamos providenciando a reciclagem de todos os nossos missionários,
com Encontros e Congressos.
4. Temos o DCII (Departamento de Crescimento Integral de Igrejas) que
mantém sub seu guarda-chuva o Projeto Natanael.
5. Com a reforma do “Manual do Missionário” e dos “Critérios
Missionários”, em setembro de 2003, a SNE retoma a responsabilidade
de avaliar e contratar missionários para os campos onde ela é
ou venha a ser parceira.
O grande desafio
Entender
e fazer-se entendida a missão, em suas bases bíblicas e
teológicas, é o grande desafio que permanece. “Missão”,
“fazer missões”, “missionar”, ainda são
sinônimos de “preocupação com as almas”,
de “amor pelas almas”, visão fragmentada da verdadeira
“Missio Dei”, missão encarnada, missão integral.
Assim como nossa herança teológica dividiu o homem, também
dividiu e subdividiu a Missão de Deus, legando-nos uma interpretação
deficiente da missão da Igreja, valorizando apenas um aspecto da
missão (o Kérigma, proclamação), esquecendo-se
de outros, importantíssimos à realização da
missão integral (Diaconia, Koinonia e Liturgia).
A missão integral preocupa-se em proclamar o Reino ao ser humano,
considerando seu contexto histórico, sua situação
econômica, política e social e, até mesmo, suas expressões
religiosas. A missão integral não nega à ordem do
Senhor Jesus Cristo, ao comissionar seus discípulos – “vão
a todos os povos do mundo e façam com que sejam meus seguidores...”
(Mt.28.19) –, razão primária da missão, o kérigma.
Ao contrário, a missão integral dá vida à
proclamação redescobrindo outros elementos interligados
à mesma, que completam o mandamento de Cristo – “batizando
esses seguidores em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e
ensinando-os a obedecer a tudo o que tenho ordenado...” (v.20).
O Evangelho de Marcos é até mais enfático: “Vão
pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas... Aos que
crerem será dado o poder de fazer estes milagres: expulsar demônios
pelo poder do meu nome... quando puserem as mãos sobre os doentes,
estes ficarão curados”. (Mc. 16.15 a; 17 a; 18b. Observemos
que a missão dos discípulos não era somente curar
os tormentos da alma; era, também, levar a esperança da
cura de males físicos, a restauração da dignidade,
da vida. Missão integral é, pois, “a boa notícia
de Deus, dada a pessoas concretas”, em circunstâncias reais
e com necessidades reais.
Hoje, nosso grande desafio é fixar ainda mais esse conceito, valorizando,
sim, a proclamação, incentivando a retomada de uma ação
evangelizadora mais audaciosa, mais agressiva, quem sabe, lembrando sempre
que o alvo dessa proclamação é, e sempre deverá
ser, vidas transformadas em serviço, comunhão e adoração.
Com esse propósito, em nossos relevantes projetos, temos procurado
levar conosco a Secretaria de Diaconia, que tem sido nossa parceira nos
projetos Sertão e Amazonas.
Com a reforma administrativa, aprovada na Assembléia Geral de 27
a 29 de janeiro de 2005, em Sorocaba/SP, a IPIB deu mais um grande passo
em direção ao entendimento e à pratica da missão
integral criando o Ministério de Missão, no qual estão
as Secretarias de Evangelização, Diaconia, Ação
Pastoral e da Família.
Nossos
Projetos
Projeto
Sertão I: Parceria IPIB/SNE – PCUSA – Outreach Foundation
Projeto
Sertão I, iniciado em 1999 e com o término previsto para
o final deste ano, plantou sua sede na cidade de Patos/PB, de onde alcançou
outras quatro cidades, São Mamede e Malta no Estado da Paraíba,
Cruzeta e Caicó no Rio Grande do Norte. Na cidade de Patos, bairro
Jardim Queiroz, já temos um belíssimo Templo construído;
no bairro de São Sebastião, foram construídos um
prédio multi-uso e uma pré-escola, (que começou a
funcionar em abril de 2003), uma casa pastoral (necessitando apenas de
algumas reforma) e um terreno onde será construído o Templo.
Nas cidades de Malta e São Mamede já temos os Templos construídos,
na cidade de Cruzeta temos um templo e uma casa pastoral, e na cidade
de Caicó temos um Templo construído em um terreno grande,
onde poderá ser construída, também, uma casa pastoral.
Na área social, tembém algumas grandes conquistas: Programa
de Convivência Digna com o Semi-Árido - com a parceria de
algumas igrejas americanas e de uma ONG, foram construídas, na
zona rural, 75 cisternas para armazenar água das chuvas, com previsão
de construção de mais 50 ainda neste ano, atendendo, assim,
uma das maiores necessidades das famílias sertanejas, e, Projeto
de Segurança Alimentar, com a participação de nossas
Igrejas, em algumas cidades, no Conselho Municipal de Segurança
Alimentar; Programa Saúde Integral (ginástica para mulheres,
ministrada pela esposa do Missionário Rev. Jango); Programa de
Desenvolvimento Integral (pré-escola, alfabetização
de jovens e adultos e complementação escolar). Ainda nessa
área, possuímos alguns recursos para a implementação
do Programa de Produção Trabalho e Renda, visando promover
a libertação econômica de algumas famílias
sertanejas e o auto-sustento dos campos. Esses programas e projetos estão
sob a responsabilidade de Bethel/Patos/Pb, uma “UPS” de Bethel/Sorocaba/SP.
Nossa equipe missionário no Projeto Sertão é coordenada
pelo Rev. Jango Miranda. Contando com nossos atuais parceiros e, primeiramente
com a graça de Deus, iniciaremos, no início de 2007, o Projeto
Sertão II, alcançando as cidades de Pombal, Souza e Cajazeiras,
possibilitando, assim, no futuro, a formação do Presbitério
da Paraíba.
Programa
Amazônia
A
Amazônia, segundo registra nossa história, foi uma das primeiras
preocupações missionárias da IPIB. Precisamente,
em 1955, a recém formada “Junta de Missões”
envia seu primeiro missionário, o Rev. João de Godoy, exatamente
para a cidade de Manaus. O segundo missionário, sucessor do Rev.
João, foi o Rev. Mário de Abreu Alvarenga (1956). Portanto,
a IPIB, através da Junta de Missões, hoje SNE, sempre esteve
presente na região amazonense. Após algumas tentativas,
alguns projetos, hoje temos um Presbitério, composto por 5 igrejas.
A partir 1999, quando presidente da A. G. o Rev. Leontino Faria dos Santos,
a IPIB fortalece ainda mais os trabalhos da região com a abertura
de um escritório da Igreja Nacional e a extensão do Seminário
de Fortaleza, em Manaus.
Hoje, intensificando o conceito da Missão Integral, com nossas
parcerias e a reconstrução do barco Pendão Real II,
estamos executando o Programa Amazônia com duas parcerias importantes:
Visão Mundial e Asas do Socorro. Solicitamos a presença
da Secretaria de Diaconia no Projeto, instalando em Manaus um braço
da Associação Bethel, através da qual, foi estabelecida
uma parceria entre a IPIB e a Visão Mundial. A SNE, com o Projeto
Lagos, realiza a obra evangelizadora, enquanto Bethel/Visão Mundial/Asas
do Socorro dão assistência às crianças e à
população carente ribeirinha.
Nossa equipe missionário do Projeto Amazonas: Rev. Cláudio
Reinaldet (Coordenador), Miss. Evandro Bindá, Missª. Ester
Camillo (Asas do Socorro), Missionário Anderson e Hilma (Asas do
Socorro) e Missionário Valdir. O Projeto conta também com
a participação de voluntários, de nossos Igrejas
de Manaus. Para que a equipe e nossos parceiros pudessem iniciar os trabalhos
com segurança, recentemente, realizamos uma reforma completa no
barco “Pendão Real II” que passa a ser um Barco Hospital,
com 01 consultório odontológico e um consultório
médico.
Projeto Presbitério Gaúcho
Depois
de algum tempo tentando, trabalhando alguns campos, com a graça
de Deus podemos dizer que chegamos ao Rio Grande do Sul. Nosso projeto
é, no prazo mais curto possível, termos organizado o “Presbitério
Gaúcho”. Estamos investindo no sentido de fazer desse sonho
uma feliz realidade.
Temos, hoje, duas igrejas organizadas, Passo Fundo e Porto Alegre, mais
cinco trabalhos abertos ( bairro Dona Júlia/Passo Fundo, Canoas,
Gravataí, Santa Maria e Viamão). Estamos comprando um terreno
em Porto Alegre para a construção do Templo. Nosso grande
desejo é que, num prazo mais curto possível, tenhamos mais
duas igrejas organizadas, possibilitando assim a formação
do novo presbitério.
Sob a coordenação do Mis. Rev. Casso Vieira, a equipe missionária
do Projeto Presbitério Rio Grande do Sul conta com 08 missionários
( 2 em Porto Alegre, 2 em Passo Fundo, 1 em Canoas, 1 em Gravataí,
1 em Viamão e 1 em Santa Maria ).
Outros
Campos
Além do Projeto Sertão, Programa Amazônia e Projeto
Presbitério Gaúcho, a SNE está trabalhando em mais
38 campos, e conta com um quadro geral de 58 missionários, entre
eles, 4 missionários atuando fora do país: Delci Esteves
(Maputo/Moçambique – África); Silas e Ioná
Barbero (povos mulçumanos, atualmente no Brasil, preparando-se
para voltar aos campos); e Rev. Gerson Mendonça Annunciação
(Igreja Presbiteriana Cristo é Vida, Fall River, MA - Estados Unidos).
Campos
Parceria
• Cacoal-RO
• Linha 14
• Linha 123
• Maputo-Moçambique
• Povos Muçulmanos (Silas)
• Projeto Siloé / Florianópolis-SC
• Rio Branco-AC
• Seringueiras
• Sinop-MT
Campos
da Secretaria de Evangelização
• Salinas-MG IPI 1ª Belo Horizonte – MG
• Palmas/B.Taquaralto-TO IPI Central Palmas – TO
• Itajaí-SC IPI Estreito / Florianópolis – SC
• Chapecó-SC IPI de São Francisco do Sul – SC
• Sinop-MT IPI de Sinop
• Ribeirão Preto-SP Presbitério Araraquarense
• Barreiras-BA
• Itabuna-BA
• Itapetinga-BA
• Lauro de Freitas-BA
Presbitério Bahia
• Três Lagoas-MS Presbitério Campo Grande
• Alta Floresta d´Oeste-RO
• Cuiabá-MT Presbitério Mato Grosso/Rondônia
• Juti-MS Presbitério Mato Grosso do Sul
• Campina Grande-PB
• João Pessoa-PB Presbitério Nordeste
• Imperatriz-MA Presbitério Norte
• Jaboatão dos Guararapes-PE
• Recife-PE Presbitério Pernambuco/Alagoas
• Guarapari-ES
• São Mateus-ES
• Vila Velha-ES
Presbitério Rio de Janeiro
• Arapiraca-AL
• Boquim-SE
• Estância-SE
• Lagarto-SE
• Pão de Açúcar-AL
• Tobias Barreto-SE
Presbitério
Sergipe
• Camaragibe-PE Sínodo Nordeste
Para o futuro, não muito distante, estamos elaborando um projeto
que visa o crescimento da IPIB nos próximos anos, a partir de esforços
conjuntos entre Sínodos, Presbitérios e Igrejas locais.
Como
disse no início, repito: ainda temos muito por alcançar.
Temos a consciência de que muito ainda precisa ser feito. Precisamos
encontrar o caminho do crescimento quantitativo, sem deixar de buscar
e manter a qualidade de nossa membresia. Desejamos, buscamos, sim, queremos
crescer. No entanto, queremos um crescimento com responsabilidade. Um
crescimento que nos mantenha fiéis à Palavra de Deus, às
nossas doutrinas, sem perdermos a flexibilidade e o reconhecimento das
mudanças e transformações de nossa sociedade, buscando
sempre o equilíbrio entre quantidade e qualidade, tendo sempre
em mente que somos a Igreja do Enviado de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo,
e assim devemos exercer nossa responsabilidade profética e missionária.
Soli
Deo Glória!
Rev.
Antonio Carlos Alves
Secretário Nacional de Evangelização
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