Presbitério Bandeirante promove
A Comunhão de suas igrejas.


Há 6 anos o presbitério Bandeirante vem promovendo a comunhão entre as suas igrejas oficialmente, ou seja, é uma programação aprovada pela plenária ou da Comissão Executiva.

Desde este tempo, queremos acreditar, ele vem sentindo esta necessidade em virtude da individualização pós-moderna que tem invadido nossas igrejas e presbitérios.

Parece que, a federalidade que nos tem identificado durante toda a nossa existência, e que tem sido colocado em nossa constituição como garantia daquilo que somos, não tem ajudado muito. Nossas igrejas, falo como IPI do Brasil, na sua grande maioria tem procurado o congragacionalismo neo-pentecostal ou o conservadorismo batista como formas de governo em suas igrejas locais, esquecendo-se de que nossa doutrina reformada é a forma que devemos preservar como identidade para nossos fiéis e isto pressupõe sermos igrejas irmãs federadas.

Muito embora, não ter conseguir a totalidade de suas igrejas, o presbitério Bandeirante tem conseguido realizar, com êxito, encontros com números não inferiores a cem pessoas, e de um total de 8 igrejas a presença de 50% tem sido garantido as reuniões de “Koinonia” do Presbitério.

Neste primeiro semestre de 2006 realizaram-se seis encontros, outros serão realizados no 2º semestre.

Na leitura do Estandarte temos percebido que muitos presbitérios têm promovido encontro entre as suas igrejas, e ainda, igrejas têm visitado igrejas irmãs do presbitério ou fora deles também.

Preocupado com o sentido do que poderia representar a Comunhão nos nossos dias, fiz uma pesquisa na Bíblia on-line da SBB e descobri que a palavra não é encontrada (pelo menos não com esta tradução) no Antigo Testamento, no Novo só existem 12 versículos sendo que 90% encontramos nas cartas paulinas. Fiz a mesma pesquisa, no google (um dos buscadores na internet) e ali encontrei 1.740.000 páginas que promovem a comunhão entre os internautas em suas comunidades. O mundo tem buscado maior comunhão, e isto é um indicativo, com certeza, de que estamos no caminho certo em promover a comunhão no seio da IPI do Brasil, um ramo legitimo da Igreja de Jesus Cristo. Ou estou enganado?

“Pela Coroa Real do Salvador”


Presbo. Wagner J Costa
Secretaria de Comunicações do
Presbitério Bandeirante